quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A Arte de ser Filosófica - 2

"Diferentes das outras leituras, a leitura da palma de mão e a leitura facial são coisas que mudam a cada minuto, a cada hora. Especialmente a leitura facial".

"Mentir é algo que você faz, porém, deve parar, pelo seu próprio bem. Não é algo que você possa parar simplesmente ao ser avisado por outra pessoa".

"Aquilo que chamamos de mundo parece se expandir infinitamente, mas, na verdade, é bem limitado. A parte que você mesmo pode ver. A parte que as suas mãos podem alcançar. A parte que pode ser sentida. O mundo não é algo que está totalmente planejado. É algo que você mesmo faz".
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)

A Arte de ser Filosófica

"Neste mundo, existem muitas coisas estranhas. Entretanto, não importa o quão estranha ou bizarra seja uma visão, se não há ninguém lá, se não há ninguém para ver, se não há pessoas envolvidas, não passa de um mero fenômeno. Apenas algo que aconteceu. Isso porque, neste mundo, as pessoas são os seres mais misteriosos que existem".

"Ao deixar uma pessoa saber o seu nome você está dando a ela algo relacionado à habilidade de tomar o controle de sua alma.
Ao contar a ela o dia em que você nasceu você da a ela a habilidade de ver o seu passado e o seu futuro, e a habilidade de direcionar a sua vida".

"O fato é que simplesmente há alguém que deseja algo. Ou alguém que desejou algo. As pessoas podem desejar qualquer coisa. Tanto felicidade quanto infelicidade. Mesmo que o resultado não seja bom, as pessoas têm a liberdade para desejar. E essa liberdade é uma coisa na qual ninguém pode interferir".

"Não importa o quão insignificante um encontro ou um incidente seja, ele sempre terá uma influência. Não importa o quão curto tenha sido o tempo, a ligação não desaparecerá. Todos os incidentes que ocorrem dentro do mundo têm um significado".
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

D. João VI - O Fujão

D. João VI era o segundo neto de D. João V  e D. Mariana Vitória (uma infanta espanhola), consequentemente filho de D. Maria e de Pedro de Bragança (Sendo D. Maria subrinha do marido, que subiu ao trono como Pedro III de Portugal). Com a morte de D. João V, D. Mariana assume o trono, mas antes de partir para sua terra natal decide casar o neto, D. João VI, com uma infanta, D. Carlota.
D. Maria, apôs a morte do pai, D. João V, passa a apresentar sinais de incapacidade psicológica. Neste meio tempo nascia o primeiro dos 9 filhos de D. João VI e D. Carlota. D. Maria Teresa.
A insanidade de D. Maria foi confirmada , pelas perdas do marido e do filho primogênito (D. José), por dezessete médicos, ela foi afastada de seu reinado e ficou conhecida como "D. Maria, a louca", e seu filho, D. João VI, passou a ser o herdeiro do trono e assumiu-o em 1799, mesmo ano em que Napoleão Bonaparte estava no pico de seus poderes. Napoleão teria feito a Espanha impor um ultimato aos portugueses, que obrigava ao rompimento com a Inglaterra e a submissão do país aos interesses franceses. Com a resposta negativa de D. João VI, em 1801 Espanha e França invadiram Portugal.
Enquanto isso a situação para D. João VI so tinha a piorar, pois sua esposa era fiel à sua terra natal e estava conspirando contra o marido, pretendendo tomar seu poder. A situação foi resolvida com o exilo dela.
Em 1807 D. joão VI conseguia um acordo com a Inglaterra de que ao menos a família real deveria sair do país. Não tendo muito o que fazer, pois ou seriam submetidos a França ou a Inglaterra. Em outubro chegou a confirmação que um exército se aproximava, antes que isso pudesse acontecer, em um amanhecer como qualquer outro...

Corre! - Disse o guarda desesperadamente.
Mas o quê? D: - Respondia D. João sem entender nada enquanto segurava uma coxa de frango.
Os Franceses e Espanhóis estão vindo! - Gritava o guarda de novo - Corre!
Oh não ~ Que tragédia - Dizia o Rei - Pegue as coisas e pessoas de valor e vamos pro Brasil!
                                                                                            ***
Enquanto isso, D. Maria caminhava com seus amados cavalos quando começou um grande corre, corre, entre os guardas, um deles puxou-a pelo braço e ela ficou a se lamentar - Ah, meus cavalhinhos! ç.ç
                                                                                            ***
Quando as tropas francesas e espanholas chegaram, as pessoas se reuniam se gabando que o rei nunca os abandonaria. Que iria fazer algo incrivel contra as tropas. Enquanto isso D. João passava com roupa de pobre disfarçadamente, para que ninguém o notasse, e fugia em direção ao cais.