domingo, 11 de março de 2012

Pelé parou a guerra!

Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé, é um consagrado jogador de futebol do time Santos, e também da Seleção Brasileira. Entre tantos feitos, um em particular chama atenção; Em 1969 Pelé fez uma visita à África durante o transcorrer de uma guerra civil. Para que Pelé e o time do Santos FC transitassem em segurança entre Kinshasa e Brazzaville, as forças rivais declararam a interrupção das agressividades, chegando a ocorrer, numa região de fronteira, a transferência da delegação sob tutela de um exército para o outro.

África estava guerrando quando o time Santos começa a paassar. Muitos ficam se perguntando o que estaria acontecendo, até que alguém pergunta; "Aquele ali não é o Pelé?", e então outro responde; "Ih cara, é ele mesmo". Os rivais se entreolham, e então os representantes de ambos os lados se encontram.

- Ih mano, sei que a gente se odeia mas...é Pelé, né? Melhor parar. Vai que o cara é atingido.
- Sei, sei. Vamos parar, quando ele for embora a gente continua.

E assim, a guerra parou durante a estadia de Pelé. Houve então um jogo amistoso, para que Santos pudesse - por market, é claro - mostrar as incriveis habilidade do rei Pelé. No dia do jogo, muitos rivais foram assistir, sem intenção de brigar. No primeiro tempo, não houve problemas, mas no segundo... Aos 30 minutos, Pelé ja não estava em campo.

- Ué... ta faltando alguém, não ta?
- É mesmo... CALMA, CADÊ O PELÉ?
- Ah mano, Pelé foi embora? Não quero mais ficar em paz então.

Vários rivais tiraram suas armas e metralhadoras, e começaram a desperar loucamente. O time de arbitragem e os outros jogadores corriam que nem baratas tontas. A guerra retomava sem mais nem menos.

Enquanto isso... Pelé ja estava seguro em algum lugar destante.

sábado, 10 de março de 2012

A Arte de ser Filosófica - 4

"Ondas. Coisas que se elevam e caem. Ondas. Coisas que nascem de uma fonte. Ondas. Coisas contra as quais não se pode lutar".
(Watanuki Kimihiro - xxxHolic)

"Humanos não salvam aqueles que são sagrados. Por que um ser sagrado deveria salvar um humano?"
(Ame Warashi - xxHolic)

"O que é 'normal'? Se você não incomoda o resto do mundo, não há problema em ser anormal."
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)


"Coisas vivas pordem ser afetadas por varias coisas. As leis da natureza. O fluxo do tempo. O receptáculo conhecido como "corpo". A existência conhecida como "mente". Essas sao as correntes que limitam todas as coisas vivas."
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)


"Palavras são algo assustador. Mesmo que voce as diga apenas uma vez, não poderá retirar o que disse. Voce tambem não pode ignora-las. Não imoporta o quão desinformada uma pessoa seja sobre os limites do que pode causar a si própria ela continua a usar essas correntes. As palavras estão vivas. E elas tem poder sobre as nossas funções em nossas vidas."
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)

A Arte de ser Filosófica - 3

"A divinação é uma troca entre a cartomante e o cliente. Qualquer coisa que o cliente quiser saber, a cartomante deve responder. Usando toda a variedade de suas habilidades e elas jamais devem responder de maneira imprudente. Entretanto, isso é válido para qualquer trabalho. Se ela mentir porque você não pode ver com seus olhos, ou por se tratar de algo que não tem forma ou fingir ser capaz de fazer o que não pode ela não estará sendo honesta com o cliente."

"Que tipo de relação é uma relação sanguinea? Qualquer um além de você, não é você. Em outras palavras, é um estranho."

"Quando você quer desistir de alguma coisa, você precisa fazer duas perguntas a si mesma: 'Por que você quer parar?' e 'Por que você não consegue parar?' Se você vai parar, pare tudo.Tudo. Nada de "só um pouco", nem por um momento. Você desistirá de vez. Nem sequer um gostinho. Quando você decide parar ou começar alguma coisa, seja como for, você tem que seguir em frente. Tudo que voce precisa é de atitude e determinação. Estranhos não podem te ajudar nisso. Você precisa da sua própria determinação."
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)

quarta-feira, 7 de março de 2012

D. João VI - O Fujão III

Lembremos que nosso amadíssimo - João - fugiu de Portugal e veio para o Brasil. Ao contrário do que parece, não foi apenas uma viagem. D. João queria trazer tudo que pudesse, ou seja, depois que ele chegou ao brasil, o navio teria voltado para buscar mais coisas 2 vezes, totalizando 3 viagens apenas para trazer os objetos reais e de possível valor. Na 1ª viagem, esqueceram a biblioteca real no porto, eles so foram na segunda leva. Sem esquecer que houve um bibliotecário que permaneceu na biblioteca por medo que os livros pudessem ser roubados. '-' Ou pior, queimados.

- Ah, como esta colonia me agrada... - Dizia D. João pensativo. - So falta uma coisa para ficar perfeito!
- O que? - perguntava um parente qualquer.
- Pois é óbvio! - Dizia Joãozinho - O chá!- D. João virava-se para seus subordinados e ordenava; "Alguém imediatamente traga chineses para preparar meu chá!"
- Mas rei... há chá aqui.
- Cala a boca infeliz, quero tomar o de lá. ¬¬"

[...] Quando D. João bebeu o chá, ficou muito contente, mas então sentiu fome. Após pensar com seus botões ordenou; "Tragam Suiços!"
- Vamos fazer chocolate rei?
- Claro que não, estrúpicio! - O rei parecia falar sobre algo realmente obvio - Eles farão queijo para mim!

Tendo então um suiço, para fazer queijo, e um chines, para fazer chá, D. João se apaixonou tanto pela colonia, que não quis voltar para seu país, Portugal. Ficou muito tempo enrolando o seu povo, pois a verdade é que ele gostou da ideia de não correr perigo e nem ter que trabalhar - e ainda poder comer queijo e beber chá.

terça-feira, 6 de março de 2012

Frases sábias de uma gótica em crise

"A radiação solar impede que os gases atmosféricos circule".
(Autoria: A Gótica)

Já reparou que quando você está na sombra venta incrivelmente forte, mas é so ir para o sol e parece não haver movimento? Reflita.

sábado, 3 de março de 2012

D. João VI - O Fujão II

D. João VI estava quase chegando ao cais despercebidamente, quando alguns cidadãos o notaram e começaram a conversar sobre isso, até que toda a cidade percebeu que o rei estava fugindo e os abandonando. Então, todos passaram a correr atrás dele com tochas, gritando desesperadamente ▬ Rei! Não nos abandone! Se for pra fugir nos leve junto! è.é Ou pelo menos deixe a comida! '-' ▬ D. Joao VI apenas corria.

Em certo momento, D. João teve uma ideia magnífica, enquanto pensava em como faria se os cidadãos o alcançasse; Como a passagem ao cais tinha uma leve inclinação, ele jogou-se no chão e foi rolando, e ganhando velocidade. Aí sim os cidadãos foram surpreendidos novamente, com essa tática infálivel, ele conseguiu fugir da população e embarcar no navio na hora certa.

Porém, o que ele não esperava era que alguns cidadãos ja estavam perto da cais, então muita gente começou a tentar invadir o navio. João, então, ordenou que o navio partisse. Muitos familiares reais que estavam atrasados também tentaram subir, mas com o navio ja em movimento, tomaram um *capoft* na água. Os plebeus que tentaram subir, com infelicidade, cairam no mar também.
Enquanto isso, D. Maria ficava encostada no canto do návio, frustradamente, pensando em seus cavalinhos. ▬ Ah! Meus cavalinhos... ▬ Joãozinho teve dó da mãe, e foi conversar com ela, quando ela teve um acesso de raiva pelos seus cavalos, pegou a vassoura mais próxima, e passou a agredir o filho na cabeça ▬ Seu incompetente! Podia voce ter ficado, mas meus cavalinhos não! ▬ O filho tentava fugir, mas era em vão, a mãe era detentora de uma velocidade incrivel ▬ Mas mãe! Eles poderiam nos matar! ▬ Tentava explicar João, mas sua mãe não queria saber das explicações. ▬ Cala boca! Só eu falo aqui. E eu to sempre certa. ▬ E assim seguiu-se a viagem.