D. João VI estava quase chegando ao cais despercebidamente, quando alguns cidadãos o notaram e começaram a conversar sobre isso, até que toda a cidade percebeu que o rei estava fugindo e os abandonando. Então, todos passaram a correr atrás dele com tochas, gritando desesperadamente ▬ Rei! Não nos abandone! Se for pra fugir nos leve junto! è.é Ou pelo menos deixe a comida! '-' ▬ D. Joao VI apenas corria.
Em certo momento, D. João teve uma ideia magnífica, enquanto pensava em como faria se os cidadãos o alcançasse; Como a passagem ao cais tinha uma leve inclinação, ele jogou-se no chão e foi rolando, e ganhando velocidade. Aí sim os cidadãos foram surpreendidos novamente, com essa tática infálivel, ele conseguiu fugir da população e embarcar no navio na hora certa.
Porém, o que ele não esperava era que alguns cidadãos ja estavam perto da cais, então muita gente começou a tentar invadir o navio. João, então, ordenou que o navio partisse. Muitos familiares reais que estavam atrasados também tentaram subir, mas com o navio ja em movimento, tomaram um *capoft* na água. Os plebeus que tentaram subir, com infelicidade, cairam no mar também.
Enquanto isso, D. Maria ficava encostada no canto do návio, frustradamente, pensando em seus cavalinhos. ▬ Ah! Meus cavalinhos... ▬ Joãozinho teve dó da mãe, e foi conversar com ela, quando ela teve um acesso de raiva pelos seus cavalos, pegou a vassoura mais próxima, e passou a agredir o filho na cabeça ▬ Seu incompetente! Podia voce ter ficado, mas meus cavalinhos não! ▬ O filho tentava fugir, mas era em vão, a mãe era detentora de uma velocidade incrivel ▬ Mas mãe! Eles poderiam nos matar! ▬ Tentava explicar João, mas sua mãe não queria saber das explicações. ▬ Cala boca! Só eu falo aqui. E eu to sempre certa. ▬ E assim seguiu-se a viagem.
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