sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Trovadorismo

A mulher que espera o amigo
O homem que é vassalo à mulher
A ambiguidade e ironia presente no escárnio
A clareza e a agressão do maldizer.

Tudo isso... Não é muito contrastante?
Mas isso se chama "Cantigas".
Mais especificamente, Trovadorismo.
Amor, Amigo, Escárnio e Maldizer.

domingo, 10 de junho de 2012

Parnasianismo

A arte pela arte. O que importa? A beleza do poema. Geralmente sonetos (2 quartetos e 2 tercetos), com rimas alternadas ou emparelhadas. Com versos, geralmente, decassílabos, e o uso de palavras fora do cotidiano.
Normalmente, invertiam a ordem das frases. Acreditavam que isso tornava o poema mais belo. A mitologia greco-latina também era muito utilizada, assim como a valorização da descrição de obejetos e cenas.  O autor parnasiano levava em conta a realidade.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Irmã Dulce

"Miséria é falta de amor entre os homens!"

Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes (Salvador, 26 de maio de 1914 — Salvador, 13 de março de 1992), filha de Augusto Lopes Pontes e Dulce Maria de Souza, mais conhecida como Irmã Dulce, Beata Dulce dos Pobres ou Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, tendo recebido o epíteto de "o anjo bom da Bahia", foi uma religiosa católica brasileira. Irmã Dulce notabilizou-se por suas obras de caridade e de assistência aos pobres e necessitados.

Maria Rita foi uma criança muito alegre, gostava de brincar de boneca, empinar pipa e possuía adoração ao futebol (torcedora do Esporte Clube Ypiranga). Desde muito nova já mostrava dedicação a pessoas carentes, mendigos e doentes. Aos 13 anos transformou a casa da família em um centro de atendimento a estas pessoas. Após 6 anos Maria Rita se transformou em Irmã Dulce (em homenagem a sua mãe).

Por que falar dela? 

Por um simples motivo... Foi uma das mulheres brasileiras mais importantes que existiu.

Os primeiros anos do trabalho da jovem missionária foram intensos. Em 1936, ela fundava a União Operária São Francisco, primeiro movimento cristão operário da Bahia. Em 1937, funda, juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup, o Círculo Operário da Bahia, mantido com a arrecadação de três cinemas que ambos haviam construído através de doações - o Cine Roma, o Cine Plataforma e o Cine São Caetano. Em maio de 1939, Irmã Dulce inaugurava o Colégio Santo Antônio, escola pública voltada para operários e filhos de operários, no bairro da Massaranduba.

Nesse mesmo ano, Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos, para abrigar doentes que recolhia nas ruas. Expulsa do lugar, ela peregrinou durante uma década, levando os seus doentes por vários lugares, até, por fim, instalá-los no galinheiro do Convento Santo Antônio, que improvisou em albergue e que deu origem ao Hospital Santo Antonio, o centro de um complexo médico, social e educacional que continua com as portas abertas para os pobres da Bahia e de todo o Brasil.



Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992, pouco tempo antes de completar 78 anos. A fragilidade com que viveu os últimos 30 anos da sua vida, com a saúde abalada seriamente - tinha 70% da capacidade respiratória comprometida - não impediu que ela construísse e mantivesse uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país, batendo de porta em porta pelas ruas de Salvador, nos mercados, feiras livres ou nos gabinetes de governadores, prefeitos, secretários, presidentes da República, sempre com a determinação de quem fez da própria vida um instrumento vivo da fé.

“Quando nenhum hospital quiser aceitar algum paciente, nós aceitaremos. Essa é a última porta e por isso eu não posso fechá-la.”
Irmã Dulce

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Suelen - A Ariranha


Na novela "Avenida Brasil" a personagem Suelen (Isis Valverde) é constantemente chamada de Ariranha por Monalisa (Heloísa Périssé). Durante muito tempo algumas pessoas se perguntaram o porquê do apelido... Foi especulado que seria porque Ariranhas trepam em árvores.
Issso seria impossível. Como podem ver na foto, elas são seres essencialmente terrestres e ótimos nadadores. Sua pata é útil para muitas coisas (desde nadar à ficar em pé), porém ela não tem garras. Isso a impossibilita de escalar árvores.

Venho, então, esclarecer o real motivo... Ariranhas são animais que sempre estão em buscar de peixes grandes - alvos, melhor dizendo - Desde a piranhas, até filhotes de jácares. Daí criou-se a ideia de chama-la desta forma, pois assim como as Ariranhas estão atras de bons alvos, Suelen vive atrás de bons partidos.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Oswald, o excêntrico

"Senhor
Que eu não fique nunca
Como esse velho inglês
Aí do lado
Que dorme numa cadeira
À espera de visitas que não vêm
"
(Primeiro Caderno do Aluno de Poesia - Oswald de Andrade)

Oswald de Andrade


Nasceu em 11 de janeiro de 1890 em São Paulo. Diplomado como Bacharel em Humanidades, Bacharel em Ciências e Letras, e Bacharel em Direito. Cursoua Filosofia. Ele participou do primeiro grupo modernista com Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, Ribeiro Couto e Di Cavalcanti. De 1917 a 1922 escreveu regularmente no “Jornal do Comércio”.
Casou-se com Kamiá (Henriette Denise Boufflers), Maria de Lourdes Castro Dolzani de Andrade (Miss Cyclone), Tarsila do Amaral, Patrícia Galvão (Pagu), Julieta Bárbara Guerrini e Maria Antonieta d'Alkmin.
Namorou com a dançarina Carmen Lydia e a pianista Pilar Ferrer.
Teve quatro filhos: José Oswald Antônio de Andrade (Nonê) com Kamiá, Rudá Poronominare Galvão de Andrade com Pagu, Antonieta Marília e Paulo Marcos, ambos de Maria Antonieta.
Falece em São Paulo, em 22 de outubro de 1954, na sua residência da rua Marquês de Caravelas, 214. É sepultado no jazigo da família, no cemitério da Consolação, em São Paulo (SP).

Oswald é um escritor modernista da maior excêntricidade possível. Casou-se 6 vezes, em uma dessas vezes foi em um cemitério (Com a Pagu), retratou-se depois na igreja católica. Circulava em São Paulo usando luvas xadres. Compra um cadilac verde só porque o carro tem cinzeiro. Fora isso, criou expressões revolucionárias como respeitabundos e vagamundear. Demorou 9 anos para escrever um livro com 163 capítulos curtissímos.

domingo, 11 de março de 2012

Pelé parou a guerra!

Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé, é um consagrado jogador de futebol do time Santos, e também da Seleção Brasileira. Entre tantos feitos, um em particular chama atenção; Em 1969 Pelé fez uma visita à África durante o transcorrer de uma guerra civil. Para que Pelé e o time do Santos FC transitassem em segurança entre Kinshasa e Brazzaville, as forças rivais declararam a interrupção das agressividades, chegando a ocorrer, numa região de fronteira, a transferência da delegação sob tutela de um exército para o outro.

África estava guerrando quando o time Santos começa a paassar. Muitos ficam se perguntando o que estaria acontecendo, até que alguém pergunta; "Aquele ali não é o Pelé?", e então outro responde; "Ih cara, é ele mesmo". Os rivais se entreolham, e então os representantes de ambos os lados se encontram.

- Ih mano, sei que a gente se odeia mas...é Pelé, né? Melhor parar. Vai que o cara é atingido.
- Sei, sei. Vamos parar, quando ele for embora a gente continua.

E assim, a guerra parou durante a estadia de Pelé. Houve então um jogo amistoso, para que Santos pudesse - por market, é claro - mostrar as incriveis habilidade do rei Pelé. No dia do jogo, muitos rivais foram assistir, sem intenção de brigar. No primeiro tempo, não houve problemas, mas no segundo... Aos 30 minutos, Pelé ja não estava em campo.

- Ué... ta faltando alguém, não ta?
- É mesmo... CALMA, CADÊ O PELÉ?
- Ah mano, Pelé foi embora? Não quero mais ficar em paz então.

Vários rivais tiraram suas armas e metralhadoras, e começaram a desperar loucamente. O time de arbitragem e os outros jogadores corriam que nem baratas tontas. A guerra retomava sem mais nem menos.

Enquanto isso... Pelé ja estava seguro em algum lugar destante.

sábado, 10 de março de 2012

A Arte de ser Filosófica - 4

"Ondas. Coisas que se elevam e caem. Ondas. Coisas que nascem de uma fonte. Ondas. Coisas contra as quais não se pode lutar".
(Watanuki Kimihiro - xxxHolic)

"Humanos não salvam aqueles que são sagrados. Por que um ser sagrado deveria salvar um humano?"
(Ame Warashi - xxHolic)

"O que é 'normal'? Se você não incomoda o resto do mundo, não há problema em ser anormal."
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)


"Coisas vivas pordem ser afetadas por varias coisas. As leis da natureza. O fluxo do tempo. O receptáculo conhecido como "corpo". A existência conhecida como "mente". Essas sao as correntes que limitam todas as coisas vivas."
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)


"Palavras são algo assustador. Mesmo que voce as diga apenas uma vez, não poderá retirar o que disse. Voce tambem não pode ignora-las. Não imoporta o quão desinformada uma pessoa seja sobre os limites do que pode causar a si própria ela continua a usar essas correntes. As palavras estão vivas. E elas tem poder sobre as nossas funções em nossas vidas."
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)

A Arte de ser Filosófica - 3

"A divinação é uma troca entre a cartomante e o cliente. Qualquer coisa que o cliente quiser saber, a cartomante deve responder. Usando toda a variedade de suas habilidades e elas jamais devem responder de maneira imprudente. Entretanto, isso é válido para qualquer trabalho. Se ela mentir porque você não pode ver com seus olhos, ou por se tratar de algo que não tem forma ou fingir ser capaz de fazer o que não pode ela não estará sendo honesta com o cliente."

"Que tipo de relação é uma relação sanguinea? Qualquer um além de você, não é você. Em outras palavras, é um estranho."

"Quando você quer desistir de alguma coisa, você precisa fazer duas perguntas a si mesma: 'Por que você quer parar?' e 'Por que você não consegue parar?' Se você vai parar, pare tudo.Tudo. Nada de "só um pouco", nem por um momento. Você desistirá de vez. Nem sequer um gostinho. Quando você decide parar ou começar alguma coisa, seja como for, você tem que seguir em frente. Tudo que voce precisa é de atitude e determinação. Estranhos não podem te ajudar nisso. Você precisa da sua própria determinação."
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)

quarta-feira, 7 de março de 2012

D. João VI - O Fujão III

Lembremos que nosso amadíssimo - João - fugiu de Portugal e veio para o Brasil. Ao contrário do que parece, não foi apenas uma viagem. D. João queria trazer tudo que pudesse, ou seja, depois que ele chegou ao brasil, o navio teria voltado para buscar mais coisas 2 vezes, totalizando 3 viagens apenas para trazer os objetos reais e de possível valor. Na 1ª viagem, esqueceram a biblioteca real no porto, eles so foram na segunda leva. Sem esquecer que houve um bibliotecário que permaneceu na biblioteca por medo que os livros pudessem ser roubados. '-' Ou pior, queimados.

- Ah, como esta colonia me agrada... - Dizia D. João pensativo. - So falta uma coisa para ficar perfeito!
- O que? - perguntava um parente qualquer.
- Pois é óbvio! - Dizia Joãozinho - O chá!- D. João virava-se para seus subordinados e ordenava; "Alguém imediatamente traga chineses para preparar meu chá!"
- Mas rei... há chá aqui.
- Cala a boca infeliz, quero tomar o de lá. ¬¬"

[...] Quando D. João bebeu o chá, ficou muito contente, mas então sentiu fome. Após pensar com seus botões ordenou; "Tragam Suiços!"
- Vamos fazer chocolate rei?
- Claro que não, estrúpicio! - O rei parecia falar sobre algo realmente obvio - Eles farão queijo para mim!

Tendo então um suiço, para fazer queijo, e um chines, para fazer chá, D. João se apaixonou tanto pela colonia, que não quis voltar para seu país, Portugal. Ficou muito tempo enrolando o seu povo, pois a verdade é que ele gostou da ideia de não correr perigo e nem ter que trabalhar - e ainda poder comer queijo e beber chá.

terça-feira, 6 de março de 2012

Frases sábias de uma gótica em crise

"A radiação solar impede que os gases atmosféricos circule".
(Autoria: A Gótica)

Já reparou que quando você está na sombra venta incrivelmente forte, mas é so ir para o sol e parece não haver movimento? Reflita.

sábado, 3 de março de 2012

D. João VI - O Fujão II

D. João VI estava quase chegando ao cais despercebidamente, quando alguns cidadãos o notaram e começaram a conversar sobre isso, até que toda a cidade percebeu que o rei estava fugindo e os abandonando. Então, todos passaram a correr atrás dele com tochas, gritando desesperadamente ▬ Rei! Não nos abandone! Se for pra fugir nos leve junto! è.é Ou pelo menos deixe a comida! '-' ▬ D. Joao VI apenas corria.

Em certo momento, D. João teve uma ideia magnífica, enquanto pensava em como faria se os cidadãos o alcançasse; Como a passagem ao cais tinha uma leve inclinação, ele jogou-se no chão e foi rolando, e ganhando velocidade. Aí sim os cidadãos foram surpreendidos novamente, com essa tática infálivel, ele conseguiu fugir da população e embarcar no navio na hora certa.

Porém, o que ele não esperava era que alguns cidadãos ja estavam perto da cais, então muita gente começou a tentar invadir o navio. João, então, ordenou que o navio partisse. Muitos familiares reais que estavam atrasados também tentaram subir, mas com o navio ja em movimento, tomaram um *capoft* na água. Os plebeus que tentaram subir, com infelicidade, cairam no mar também.
Enquanto isso, D. Maria ficava encostada no canto do návio, frustradamente, pensando em seus cavalinhos. ▬ Ah! Meus cavalinhos... ▬ Joãozinho teve dó da mãe, e foi conversar com ela, quando ela teve um acesso de raiva pelos seus cavalos, pegou a vassoura mais próxima, e passou a agredir o filho na cabeça ▬ Seu incompetente! Podia voce ter ficado, mas meus cavalinhos não! ▬ O filho tentava fugir, mas era em vão, a mãe era detentora de uma velocidade incrivel ▬ Mas mãe! Eles poderiam nos matar! ▬ Tentava explicar João, mas sua mãe não queria saber das explicações. ▬ Cala boca! Só eu falo aqui. E eu to sempre certa. ▬ E assim seguiu-se a viagem.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A Arte de ser Filosófica - 2

"Diferentes das outras leituras, a leitura da palma de mão e a leitura facial são coisas que mudam a cada minuto, a cada hora. Especialmente a leitura facial".

"Mentir é algo que você faz, porém, deve parar, pelo seu próprio bem. Não é algo que você possa parar simplesmente ao ser avisado por outra pessoa".

"Aquilo que chamamos de mundo parece se expandir infinitamente, mas, na verdade, é bem limitado. A parte que você mesmo pode ver. A parte que as suas mãos podem alcançar. A parte que pode ser sentida. O mundo não é algo que está totalmente planejado. É algo que você mesmo faz".
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)

A Arte de ser Filosófica

"Neste mundo, existem muitas coisas estranhas. Entretanto, não importa o quão estranha ou bizarra seja uma visão, se não há ninguém lá, se não há ninguém para ver, se não há pessoas envolvidas, não passa de um mero fenômeno. Apenas algo que aconteceu. Isso porque, neste mundo, as pessoas são os seres mais misteriosos que existem".

"Ao deixar uma pessoa saber o seu nome você está dando a ela algo relacionado à habilidade de tomar o controle de sua alma.
Ao contar a ela o dia em que você nasceu você da a ela a habilidade de ver o seu passado e o seu futuro, e a habilidade de direcionar a sua vida".

"O fato é que simplesmente há alguém que deseja algo. Ou alguém que desejou algo. As pessoas podem desejar qualquer coisa. Tanto felicidade quanto infelicidade. Mesmo que o resultado não seja bom, as pessoas têm a liberdade para desejar. E essa liberdade é uma coisa na qual ninguém pode interferir".

"Não importa o quão insignificante um encontro ou um incidente seja, ele sempre terá uma influência. Não importa o quão curto tenha sido o tempo, a ligação não desaparecerá. Todos os incidentes que ocorrem dentro do mundo têm um significado".
(Ichihara Yuuko - xxxHolic)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

D. João VI - O Fujão

D. João VI era o segundo neto de D. João V  e D. Mariana Vitória (uma infanta espanhola), consequentemente filho de D. Maria e de Pedro de Bragança (Sendo D. Maria subrinha do marido, que subiu ao trono como Pedro III de Portugal). Com a morte de D. João V, D. Mariana assume o trono, mas antes de partir para sua terra natal decide casar o neto, D. João VI, com uma infanta, D. Carlota.
D. Maria, apôs a morte do pai, D. João V, passa a apresentar sinais de incapacidade psicológica. Neste meio tempo nascia o primeiro dos 9 filhos de D. João VI e D. Carlota. D. Maria Teresa.
A insanidade de D. Maria foi confirmada , pelas perdas do marido e do filho primogênito (D. José), por dezessete médicos, ela foi afastada de seu reinado e ficou conhecida como "D. Maria, a louca", e seu filho, D. João VI, passou a ser o herdeiro do trono e assumiu-o em 1799, mesmo ano em que Napoleão Bonaparte estava no pico de seus poderes. Napoleão teria feito a Espanha impor um ultimato aos portugueses, que obrigava ao rompimento com a Inglaterra e a submissão do país aos interesses franceses. Com a resposta negativa de D. João VI, em 1801 Espanha e França invadiram Portugal.
Enquanto isso a situação para D. João VI so tinha a piorar, pois sua esposa era fiel à sua terra natal e estava conspirando contra o marido, pretendendo tomar seu poder. A situação foi resolvida com o exilo dela.
Em 1807 D. joão VI conseguia um acordo com a Inglaterra de que ao menos a família real deveria sair do país. Não tendo muito o que fazer, pois ou seriam submetidos a França ou a Inglaterra. Em outubro chegou a confirmação que um exército se aproximava, antes que isso pudesse acontecer, em um amanhecer como qualquer outro...

Corre! - Disse o guarda desesperadamente.
Mas o quê? D: - Respondia D. João sem entender nada enquanto segurava uma coxa de frango.
Os Franceses e Espanhóis estão vindo! - Gritava o guarda de novo - Corre!
Oh não ~ Que tragédia - Dizia o Rei - Pegue as coisas e pessoas de valor e vamos pro Brasil!
                                                                                            ***
Enquanto isso, D. Maria caminhava com seus amados cavalos quando começou um grande corre, corre, entre os guardas, um deles puxou-a pelo braço e ela ficou a se lamentar - Ah, meus cavalhinhos! ç.ç
                                                                                            ***
Quando as tropas francesas e espanholas chegaram, as pessoas se reuniam se gabando que o rei nunca os abandonaria. Que iria fazer algo incrivel contra as tropas. Enquanto isso D. João passava com roupa de pobre disfarçadamente, para que ninguém o notasse, e fugia em direção ao cais.